sábado, 31 de maio de 2014

Vinho tinto pode ajudar a combater cáries



  (Foto: Wikimedia Commons)

Cientistas descobriram que vinho tinto faz bem para os dentes.De acordo com uma pesquisa publicada no Journal of Agricultural and Food Chemistry, a bebida contém elementos antimicrobioanos que ajudam a matar bactérias em testes simulados em laboratório. O mesmo efeito foi observado no extrato de semente de uva. Tomar uma dose de óleo de semente de uva, no entanto, é muito menos apetitoso.

Cáries, gengivite e perda de dentes são causadas pelo acúmulo de bactéria na boca. Juntas, elas formam biofilmes – comunidades de bactérias que viram placa, produzem ácido e são difíceis de eliminar. Pesquisas anteriores sugerem que os polifenóis podem enfraquecer o crescimento bacteriano.

Para testar a teoria em condições realistas, cientistas suíços e espanhóis cultivaram bactérias similares às presentes na boca, e mergulharam os biofilmes em líquidos diferentes, como vinho tinto, vinho tinto sem álcool, vinho tinto enriquecido com extrato de semente de uva, água e etanol 12%.
De todos os diferentes líquidos, os três tipos de vinho tinto foram os mais eficazes em eliminar a bactéria. 

Os pesquisadores dizem que suas descobertas podem ser usadas para enfatizar os poderes contra cáries do vinho tinto, incorporando-o em produtos como enxagues bucais e pastas de dentes.

No entanto, antes de entornar sua terceira taça de Cabernet, lembre-se que o vinho tinto também é conhecido por manchar os dentes. Para evitar manchas, os especialistas do site Winefolly.com dão dicas, como beber água com gás e comer alimentos ricos em fibras para soltar e esfregar o vinho antes que manche, além de evitar vinho branco ácido, que age como lixa e remove o esmalte protetor dos dentes.

Ou, como se alguém precisasse de uma desculpa para isso, consuma vinho tinto acompanhado de queijos duros ricos em cálcio, que agem como verniz e cera para os dentes.

Spotify já está no Brasil

O serviço de streaming de músicas Spotify está chegando oficialmente ao Brasil. Depois de algum tempo com restrições aos computadores e outros dispositivos brasileiros, o serviço vai passar a ser oferecido por aqui. Por enquanto o acesso é limitado às pessoas que obtiveram convite após um pré-cadastro no Spotify, mas isso deve ser modificado em um futuro próximo — fazendo com que o serviço seja liberado para todos.
Atualmente, o Spotify conta com mais de 20 milhões de músicas disponíveis para os usuários, sendo uma das maiores plataformas de conteúdo digital do mundo. Aqui no Brasil, o serviço vai concorrer diretamente com o iTunes e com o Deezer, que atualmente são as grandes ferramentas de streaming de áudio presentes na internet brasileira. Você gostou de saber da novidade do serviço?

Vale apena conferir!

Fonte: Spotify

Inscrições para o Sisu começam na segunda-feira, dia 2/06

67 instituições de ensino superior oferecem vagas em mais de 1.400 cursos.
Essa é a segunda chance dos alunos que fizeram o Enem no ano passado.

O Sisu (Sistema de Seleção Unificada) do meio do ano vai oferecer mais de 50 mil vagas em instituições de ensino superior de todo o país.
As inscrições começam na segunda-feira, dia 2, e terminam na quarta-feira, dia 4 de junho, e só podem ser feitas pela internet.
67 instituições públicas de ensino superior vão oferecer vagas, dessa vez, em mais de 1.400 cursos. É a segunda chance dos alunos que fizeram o Enem, no ano passado, de tentarem entrar em uma universidade pública.
Comparando com o segundo Sisu de 2013, em alguns cursos bem concorridos, como Medicina, por exemplo, a oferta mais que dobrou. E para a Engenharia, o aumento no número de vagas foi de 41%.
O candidato pode optar por até dois cursos e alterar essas opções quantas vezes quiser. Uma vez por dia, o sistema calcula e divulga a nota de corte de cada curso.

FONTE: G1

 

Reflexos da masturbação

Toda criança, ao nascer, tem a mente perfeita, mostrando-se em harmonia com a Natureza e seus semelhantes, masculinos e femininos.
      A partir de determinada fase, porém, o menino começa a matar passarinhos, fazer maldade com gatos e cães, tudo isso por divertimento e até por esporte, achando muito engraçado.
      Ao atingir a adolescência, a situação piora, e, muitas vezes, por causa de um par de tênis, um relógio ou uma partida de futebol, ele pode chegar a matar. Na maioridade, estupra e até mesmo se torna um assassino.
      Comparando esse comportamento com o dos animais chamados irracionais, podemos tirar algumas conclusões:
-          Nenhum animal irracional se junta com os outros para matar seus semelhantes, exceto o macaco;
-          Nenhum animal irracional se masturba, exceção novamente do macaco, que tem mãos e pode fazê-lo.
      A mulher oferece um quadro totalmente diferente. Ela não perde a razão e não se desarmoniza com a Natureza.
       Do mesmo modo, não se vê  a menina matando ninguém por causa de uma boneca, um par de tênis ou um relógio. Nunca se viram mulheres também  reunidas para matar.
      Na nossa opinião, a masturbação tem muito a ver com isso. A mulher não se masturba e por não Ter esse vício não sente necessidade de fazer sexo a toda hora. Pode, inclusive, ficar a vida inteira sem fazer sexo.
      Na verdade, a mulher procura o homem para compartilhar a existência, constituir uma família e ser feliz com ela, na ajuda mútua. Seu objetivo é servir ao seu homem, não tendo, na prática, idéia do que seja orgasmo. Aliás, quase sempre não consegue atingir o orgasmo pelos meios naturais, quanto mais pela masturbação, através de utilização de objetos que, no máximo, provocarão dor, quando, não, ferimentos.
      Não é a mão diretamente e sim a película externa do pênis que gera a ereção e o prazer, quando deslizando compassadamente sobre a película interna.

      Se esfregarmos objetos apenas na parte sensível (interna) do pênis, iremos nos machucar e perder a ereção. Igualmente, se utilizarmos a famosa mangueirinha do chuveiro no ato da masturbação, beliscaremos a pele externa e machucaremos a ponta do pênis.
      A pele interna da vagina é muito mais sensível do que a pele externa do homem. Qualquer corpo que não seja o pênis movimentando-se no seu interior poderá machucar a mulher.
      Muitas mulheres se utilizam das formas mais estranhas para chegar ao orgasmo. Algumas dizem que sentem o orgasmo lavando panelas, varrendo a casa, passando roupa, ou fazendo compras. Isso se chama satisfação e prazer. Orgasmo é completamente diferente.
      Isto não é apenas um estudo isolado do problema, mas sim a realidade que está diante de nós e não conseguimos enxergar.
      Estatísticas mostram que na maioria absoluta os assassinatos no planeta são cometidos por homens há milhares de anos. As guerras continuam, entre elas as urbanas e as pessoais. Muitos podem  tentar justificar, apelando para existência  de classes sociais e baixos níveis de escolaridade. Mas nesse rol também se encontram as mulheres, sujeitas, portanto, ao mesmo processo.
      A História nos mostra há milênios que o homem perde a razão, ao contrário da mulher. É claro que não são todos  os homens que chegam a esses níveis de loucura, porque se controlam e conseguem vencer esse hábito que é a masturbação.
      Reafirmamos que a masturbação é a causa de todos os sentimentos errados dos homens, como, por exemplo, os complexos  de superioridade e inferioridade, fanatismo, fantasia, egoísmo, ganância, covardia, racismo, etc. Em suma, a masturbação, em larga escala, acarreta o descontrole energético mental dos homens, ou seja, lhes atinge o cérebro.
      Ninguém é superior ou inferior ao outro. Basta nos imaginarmos completamente sozinhos neste planeta e logo entendermos que nenhum desses sentimentos tem razão de ser.
      Deitar na grama, à noite, e olhar para o Universo infinito nos faz perceber que não somos nada e não sabemos nada diante de tanta grandeza.

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Doença raríssima pode matar estudante se ela tiver que fazer provas muito difíceis na universidade

Jennifer Lloyd, de 17 anos, sofre da doença de Addison: uma condição rara, que faz seu corpo ter várias complicações graves quando submetida a muito estresse.
Muitos adolescentes têm uma fobia de exames, mas, para Jennifer Lloyd, esses estresse poderia literalmente matá-la.
Jennifer tem uma condição bastante rara que lhe traz graves problemas. Seu corpo reage ao estresse “bloqueando” seus órgãos vitais em vez de produzir adrenalina.
Ela afirma: "É muito difícil quando chega a época de exames, pois eu tenho de equilibrar meu tempoperfeitamente. A doença me deixa muito cansada, então minha mãe sempre me encontra dormindo em meus livros, enquanto eu estudo”. "Como resultado, eu tenho um rigoroso calendário em que, se eu faço uma hora de revisão de algum conteúdo, eu tenho de descansar por duas horas antes de fazer qualquer outra coisa”.
A estudante, de Prestwich, Manchester, Inglaterra, está estudando em Pendleton Sixth Form College, que lhe ofereceu a chance de entrar para Oxford e Cambridge, dentro do programa de “superdotados e talentosos”, que é sua ambição maior. Porém ela recusou, acrescentando: "É uma grande honra, mas eu simplesmente não me sinto pronta para me afastar de casa ainda”.
Se Jennifer não receber tratamento rápido, seus olhos viram para cima e ela começa a vomitar, necessitando de tratamento hospitalar urgente. Ela agora carrega uma injeção de hidro-cortisona em todos os momentos para reduzir as consequências da doença.
A mãe Amanda, de 51 anos, disse: "Foi um alívio quando finalmente descobri o que estava errado com ela, mas a condição é difícil para todos nós também".
Infelizmente, a doença não tem cura.
Fonte: Mirror

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Telexfree lança site com promessa de devolver dinheiro a participantes

  • Página inicial do site "Transparência Ympactus", que oferece questionário para divulgadores enviarem valores
    Página inicial do site "Transparência Ympactus", que oferece questionário para divulgadores enviarem valores
  • A Telexfree (Ympactus Comercial Ltda), empresa suspeita de promover pirâmide financeira nos Estados Unidos e no Brasil, lançou uma página na internet para os participantes solicitarem a devolução de dinheiro à companhia.
Em aviso na página da Telexfree no Facebook, a empresa, que vendia planos de minutos de telefonia pela internet (VoIP) desde 2012, informa que essa quinta-feira (29) é o último dia para mandar um questionário com dados pessoais para a empresa.
Com o nome "Transparência Ympactus", o site disponibiliza  o "Requerimento de devolução de valor" pelo qual o divulgador informa dados pessoais (endereço, telefone, e-mail, identidade e CPF) que deverão ser usados no "mutirão da devolução".

Empresa não pede conta em banco nem informa endereço para envio

A empresa, no entanto, não pede dados bancários dos divulgadores. O formulário deve ser enviado para o e-mail devolucao@transparenciaympactus.com.
Depois de confirmado o valor do crédito, o divulgador preenche um novo questionário chamado "Pedido de Ressarcimento de Crédito de Divulgador", que a Telexfree diz enviar por e-mail.
A Telexfree pede que o novo questionário tenha firma reconhecida em cartório e seja enviado para o endereço da empresa, sem informá-lo no site.
No Facebook, algumas pessoas reclamam de não ter recebido resposta da empresa.

Advogado nega que site mantenha empresa na ativa

Segundo Pedro Ivo Cordeiro, advogado da Telexfree no Brasil, a empresa decidiu fazer o site para manter contato com os divulgadores e garantir a devolução dos valores. O advogado nega que a empresa esteja burlando a decisão da Justiça que a impede de operar no país ao criar a página.
"A empresa está se comunicando com os divulgadores pelo site; não há nenhuma comercialização. A empresa está cumprindo tudo o que foi determinado pela decisão da Justiça", diz.
"A empresa quer saber o que querem os divulgadores, suas pretensões, quanto eles julgam que têm direito de receber, explicar todo o processo criminal, a recuperação judicial", afirma Cordeiro.
Para o advogado Thiago Bottino do Amaral, especialista em Direito Penal Econômico da FGV, o site só pode ser considerado ilegal se a Justiça proibir o contato da empresa com os divulgadores, mesmo não relacionado a comércio de produtos.
"Eu interpreto que essa atitude da empresa tenta minimizar as acusações e, ao querer ressarcir, mostra que ali não é algo especulativo. Se a Justiça não determinou a proibição do contato com os divulgadores, não seria ilegal [o site]", disse Amaral.
O UOL tentou contato com a Justiça do Acre, que determinou o impedimento da operação da Telexfree no Brasil, para saber se o site indica que a empresa esteja trabalhando no país, mas não obteve resposta até a publicação do texto.

Telexfree é proibida de operar no Brasil desde junho de 2013

A empresa é proibida de operar no Brasil por decisão da Justiça do Acre de junho de 2013, sob acusação de pirâmide financeira.
Por meio de decisão da 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Acre, a Telexfree ficou proibida de obter novas adesões de divulgadores, de receber dinheiro e pagar comissões relacionadas às vendas, de vender os kits de contas VoIP sob multas de até R$ 100 mil por cada cadastramento.
A sentença da juíza Thaís Khalil também determinou que os bens e valores existentes nas contas bancárias e aplicações financeiras dos sócios ficassem indisponíveis.

Dono da empresa está preso nos EUA

Nos Estados Unidos, a empresa é acusada de movimentar um esquema de pirâmide financeira num total de US$ 1,1 bilhão em diferentes países, e deixado vários divulgadores sem receber pelo que venderam.
Depois de formalizada a acusação neste mês, um dos seus fundadores, o norte-americano James Merrill foi preso em Massachusetts (sede da Telexfree nos EUA), acusado de comandar o esquema ao lado do brasileiro Carlos Wanzeler.
Wanzeler que morava em Massachusetts está no Brasil, segundo seu advogado, e é considerado foragido nos EUA. Sua mulher, Katia Wanzeler, foi presa no aeroporto JFK de Nova York tentando voltar para o Brasil. Depois ela foi solta, mas não pode sair dos EUA sem autorização da Justiça norte-americana.
O FBI, a Polícia Federal dos EUA, lançou recentemente um formulário voltado a quem se sentiu lesado pela empresa nos Estados Unidos. Ele pode ser acessado aqui.
A empresa nega qualquer irregularidade em suas operações.
FONTE: UOL

Estudo mostra que pornografia pode prejudicar o cérebro

Estudo fornece indício da existência de relação entre ato de assistir pornografia e redução do tamanho e da atividade do cérebro como reação ao estímulo sexual

Pessoa usando computador

Homens que passam muito tempo vendo pornografia na internet parecem ter menos matéria cinzenta em certas partes do cérebro e sofrem redução de sua atividade cerebral, revelou um estudo alemão publicado nesta quinta-feira nos Estados Unidos.

"Encontramos um importante vínculo negativo entre o ato de ver pornografia durante várias horas por semana e o volume de matéria cinzenta no lóbulo direito do cérebro", assim como a atividade do córtex pré-frontal, escrevem os cientistas do Instituto Max Planck para o Desenvolvimento Humano em Berlim.

"Estes efeitos poderiam incluir mudanças na plasticidade neuronal resultante de intensa estimulação no centro do prazer", acrescentou o estudo, publicado na edição online da revista "Psychiatry", da Associação Médica Americana.
Os autores, no entanto, não puderam provar que estes fenômenos sejam causados diretamente pelo consumo de pornografia e, por isso, afirmam que é necessário continuar com as pesquisas.
Mas, segundo eles, o estudo já fornece um primeiro indício da existência de uma relação entre o ato de assistir pornografia e a redução do tamanho e da atividade do cérebro como reação ao estímulo sexual.
Para realizar a pesquisa, os autores recrutaram 64 homens saudáveis com idades de 21 a 45 anos, aos quais pediram para responder a um questionário sobre o tempo que dedicavam a assistir a vídeos pornográficos. O resultado foi, em média, de quatro horas semanais.
Os voluntários também foram submetidos a tomografias computadorizadas (MRI) do cérebro para medir seu volume e observar como ele reagia às imagens pornográficas.
Na maioria dos casos, quanto mais pornografia os indivíduos viam, mais diminuía o corpo estriado do cérebro, uma pequena estrutura nervosa bem abaixo do córtex cerebral.
Os cientistas também observaram que, quanto maior o consumo de imagens pornográficas, mais se deterioravam as conexões entre o corpo estriado e o córtex pré-frontal, que é a camada externa do cérebro encarregada do comportamento e da tomada de decisões.
FONTE: EXAME

Quem Tirou notas altas na escola recebe melhores salários na vida adulta?

Um estudo da fundação Itaú Social, instituição que promove a melhoria de políticas públicas na área educacional, apontou que notas melhores durante a fase escolar tem impacto na remuneração quando o aluno atinge a vida profissional.

A análise teve como base três etapas da vida (infância: 4-5 anos, escolar: 17-18 anos e mercado de trabalho: 23-24 anos) de duas gerações, a de nascidos entre 1977-78 e outra  composta por pessoas que nasceram entre 1987-88. Os dados foram retirados da pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD), do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (SAEB) e do Censo Demográfico do IBGE.



A pesquisa cruzou as notas obtidas com o SAEB, exame aplicado na quarta e oitava séries do ensino fundamental e na terceira série do ensino médio, que procura avaliar os conhecimentos de língua portuguesa e matemática, com os dados profissionais da vida adulta e indicou que, em média, alunos que possuíram notas 10% maiores em matemática chegaram a receber salários até 4,6% mais altos.
Já para estudantes que tiveram desempenho até 10% maior em português, em média o salário aumenta em até 5%.

O estudo, entretanto, não considera possíveis incrementos que o profissional possa ter ganho por cursar nível superior ou aqueles advindos de raça ou sexo. A conclusão da análise é obtida através do cálculo da média salarial e do impacto das notas obtidas na escola, após 5 anos de conclusão do ensino médio e aponta que há essa relação entre desenvolvimento na fase escolar e melhores remunerações na vida profissional.


Com aval da Anatel, Virgin Mobile começa a operar no Brasil em 2015


No começo de 2015 o brasileiro terá mais uma operadora de telefonia móvel à disposição, agora que a Virgin Mobile recebeu aval da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) para operar no país.
A operadora servirá como MVNO (operadora móvel virtual), o que significa que ela dependerá de uma rede emprestada - neste caso, a da Vivo.

Em comunicado, Phil Wallace, cofundador e atual presidente da Virgin Mobile Latin America, declarou estar satisfeito "com o tratamento dispensado pelas agências governamentais, como a Anatel, que demonstrou a clara intenção de estimular a competição no mercado e melhorar os serviços para os clientes".

POSSÍVEIS INFORMAÇÕES FUTURAS.

Notebook substitui roteador para Wi-Fi em casa; saiba como

É sempre bom dar alguma utilização ao que já está velho e largado em casa. Hoje, por exemplo, vamos ensinar como fazer daquele notebook gasto - com idade entre 7-8 anos - uma estação de distribuição de internet Wi-Fi, dispensando o roteador.

Antes, é importante dizer que o método apresentado abaixo só funciona com uma placa Wi-Fi compatível, que dê conta do recado. Melhor ainda se a máquina tiver sido recém-formatada.
Para este guia vamos utilizar o Windows 7, que não é tão pesado quanto o Windows 8, e é mais seguro do que o Windows XP, cujo suporte foi encerrado no mês passado pela Microsoft (e não deveria ser utilizado para entrar na internet de jeito nenhum).

Mãos à obra!

1) Conecte seu laptop ao modem, com um cabo Ethernet.

O modem de sua operadora de internet com certeza tem um cabo ethernet saindo dele (provavelmente azul). Conecte o computador à internet por meio desse cabo (não pelo Wi-Fi, isso é importante). Este é o lugar onde ele vai ficar, funcionando como roteador.

2) Crie um ponto de acesso

Esta é a principal parte. No menu iniciar digite "cmd" e, ao aparecer o arquivo "cmd.exe", clique com o botão direito nele e o execute como administrador.

Reprodução


No prompt de comando, digite o seguinte:

netsh wlan set hostednetwork mode=allow ssid=NOMEDAREDE key=SENHADAREDE keyUsage=persistent

No comando digitado, você deve trocar NOMEDAREDE e SENHADAREDE pelo nome e senha que você quer que sejam utilizados por sua nova rede Wi-Fi. Se tudo correr bem, três mensagens aparecerão. Veja nosso exemplo abaixo, em que utilizamos uma rede chamada "compartilha" e uma senha "senhadeteste".


Reprodução


Prontinho, a rede está criada, mas ainda faltam algumas configurações para que você possa usá-la.

3) Inicie sua rede Wi-Fi

Apenas um comando é responsável por ligar a rede que você acabou de criar. Basta digitar o seguinte, no mesmo prompt:

netsh wlan start hostednetwork

Reprodução

Isso, avançamos mais um pouco. Agora sua rede está iniciada e poderá ser encontrada por outros computadores, celulares e tablets, mas falta um último detalhe: ela não compartilha a internet neste modo. É preciso um passo simples para corrigir o problema.

4) Compartilhe a internet

Faça com que seu computador envie a internet compartilhada para todos os outros dispositivos: abra o "Painel de Controle", vá à "Central de compartilhamento de rede" e clique em "Alterar as configurações do adaptador".

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Será aberta uma tela com suas conexões. Note que a conexão wireless mais recente deve ser o ponto de acesso que você criou com este tutorial (ela deve estar com o nome de dispositivo "Microsoft Virtual WiFi MiniPort Adapter"). Na figura abaixo, estão sendo mostradas a conexão local (via cabo, diretamente ligada ao modem), a conexão wireless 1 (usada para se conectar ao roteador comum, que está desligado para este guia) e a conexão wireless 2, a "compartilha", que criamos agora há pouco.


Reprodução


Clique com o botão direito em sua rede local COM FIO (lembre-se, seu computador recebe a internet pela rede COM FIO, e a compartilha pela rede SEM FIO), escolha "propriedades" e, na tela que abrir, Vá para a aba "Compartilhamento".


Reprodução


Marque a primeira opção e escolha por qual conexão Wi-Fi irá compartilhar (em nosso caso, a Wireless Connection 2).


Reprodução


Dê "OK" e pronto, tudo estará resolvido.

Algumas observações:

Nós, aqui do Olhar Digital, testamos o processo em uma conexão residencial comum, desligando o roteador da tomada e substituindo por um notebook. A conexão funcionou normalmente com outros computadores rodando Windows 7, celulares Android e iPad.

Para facilitar ainda mais sua vida, o site Firewall.cx (que disponibilizou este tutorial, em inglês) criou um .zip com dois atalhos que ligam e desligam a rede Wi-Fi compartilhada, para que isso não precise ser feito por linha de comando. Os atalhos estão disponíveis aqui. Vale notar que a criação da rede Wi-Fi ainda precisa ser feita, necessariamente, pelo Prompt.

FONTE: Olhar Digital

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Paraplégicos voltarão a andar?

O chute inicial da Copa do Mundo, que será dado no gramado por um adolescente paraplégico usando uma vestimenta robótica, é uma demonstração de que, em breve, a ciência que ajuda pessoas que perderam seus movimentos sairá dos laboratórios e ganhará as ruas. Cientistas explicam como funcionam robôs, células-tronco e estímulos elétricos, as técnicas mais avançadas em todo o mundo para fazer paraplégicos e tetraplégicos voltarem a andar.


Exoesqueleto desenvolvido pelo cientista brasileiro Miguel Nicolelis
Exoesqueleto desenvolvido pelo cientista brasileiro Miguel Nicolelis: em menos de dez anos, equipamentos assim, compostos de diversos sensores, ajudarão paraplégicos a andar (Divulgação/Portal da Copa)
Doze passos. Foi quanto andou na última quinta-feira um jovem paraplégico usando uma veste robótica comandada pelo cérebro, dentro dos laboratórios do Projeto Andar de Novo, em São Paulo. A experiência, liderada pelo cientista brasileiro Miguel Nicolelis, é um dos testes para uma demonstração pública do exoesqueleto, nome dado ao robô vestido pelo adolescente, que funciona como um esqueleto artificial externo. Na abertura da Copa do Mundo, em 12 de junho, um paraplégico usando a estrutura vai caminhar pelo gramado da Arena Corinthians e dará o primeiro pontapé do campeonato.
Projeto brasileiro — Nicolelis, cientista da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, mobilizou uma equipe de 156 cientistas de 25 países e recebeu 33 milhões de reais do governo federal brasileiro para viabilizar a demonstração no Mundial. O projeto, lançado em 2011, é composto de um robô que deve ser feito de metal leve e operado por mecânica hidráulica, conectado a uma touca repleta de eletrodos de eletroencefalograma (EEG) vestida pela pessoa que vai usar a máquina. Para fazê-la andar, os sinais enviados pelo cérebro seriam captados pelos eletrodos e enviados a um computador nas costas do robô. Ali, eles devem ser traduzidos e transformados em comandos como "mover o pé direito" ou "chutar". O sistema, chamado interface cérebro-máquina (ICM), transforma as intenções do cérebro em movimento.
Oito pessoas estão participando dos testes, que começaram em novembro e estão sendo divulgados em uma página do Facebook. Uma das novidades anunciadas pelos cientistas que projetaram a estrutura, que pesa entre 50 e 70 quilos, é que ela faz os jovens sentirem a sensação de contato com o solo, como se ele fosse percebido pelos pés. Sensores acoplados aos pés do robô enganam a mente, passando a informação da proximidade do chão como se ela viesse do corpo. Com isso, a ideia da equipe responsável pelo projeto (que não respondeu às solicitações de entrevista) é que o exoesqueleto seja compreendido pelo cérebro e controlado como se fosse mais um membro do organismo.
Exoesqueletos pelo mundo — Em vários países, há diferentes tipos de exoesqueletos que vêm sendo desenvolvidos por equipes independentes para restaurar a mobilidade de pessoas que perderam os movimentos das pernas. O primeiro deles, uma máquina ambulante adaptada aos movimentos humanos, foi construído na década de 1960, pelo Pentágono americano. O traje pretendia aumentar a força dos soldados, mas foi abandonado por suas limitações — pesava mais de 500 quilos.
Há pouco mais de uma década, o interesse científico pelos exoesqueletos migrou das pesquisas militares para os estudos médicos, procurando melhorar o cotidiano de pessoas com restrições nos movimentos. A ampliação das capacidades humanas promovida por esses robôs é o objetivo de sistemas como o HAL (Hybrid Assistive Limb, em português Membro Híbrido de Apoio), desenvolvido por Yoshiyuki Sankai, professor da Universidade de Tsukuba, no Japão, desde 2004, ou do ReWalk, criado pelo engenheiro israelense Amit Goffer e à venda desde 2012.
Construído a partir de pesquisas em robótica, esses exoesqueletos auxiliam pessoas que tenham sofrido paralisias parciais ou lesões que impossibilitam o movimento sem apoio. O HAL é feito com pequenos sensores no interior de sua estrutura, que percebem o quanto de pressão é exercida no aparelho e multiplicam essa força — por isso, é preciso ter algum controle do movimento das pernas. O ReWalk pode ser usado por paraplégicos que tenham intactos os movimentos dos braços: seus sensores de movimento apoiam os passos e ajudam a direcionar a direção da caminhada — no entanto, ele exige o uso de muletas que equilibram a marcha.
Junto a esses, existem pelo menos outros quatro tipos de exoesqueletos, desenvolvidos por empresas e universidades diferentes em países como Estados Unidos, Austrália e Holanda, que ajudam a devolver a mobilidade de pessoas que perderam os movimentos das pernas. O grande avanço, entretanto, chegou há pouco menos de cinco anos, quando neurocientistas perceberam que o cérebro, em vez dos braços, poderia comandar os robôs.
"A pesquisa com os exoesqueletos começou sem o conhecimento da neurociência, na área da robótica. No entanto, alguns protótipos foram muito bem-sucedidos e inspiraram o desenvolvimento de interfaces com o cérebro que pudessem controlar seus movimentos", explica o português Antonio Espingardeiro, especialista em robótica e automação da Universidade de Salford, na Inglaterra, e membro do IEEE, associação internacional fundada em 1884 para promover o avanço tecnológico. Nesse momento, os cientistas perceberam que poderiam unir o conhecimento das interfaces cérebro-máquina aos exoesqueletos.
Voltando a andar — Em novembro 2013, o americano Gene Alford levantou-se de sua cadeira de rodas e, pela primeira vez em seis anos, caminhou. Usando uma touca coberta por sensores de encefalograma conectada a um exoesqueleto robótico, o cirurgião plástico, paraplégico desde dezembro de 2007 por causa de um acidente, passeou pelo laboratório da Universidade de Houston, no Texas. "A sensação foi de uma grande felicidade por saber que há um futuro no qual poderemos voltar a andar. Um futuro muito brilhante e que está próximo de se concretizar", diz Alford, hoje anos 54 anos.
Desde que perdeu o movimento das pernas, ele se movimenta com o apoio de uma cadeira de rodas. Em 2012, conheceu o neurocientista José Contreras-Vidal, diretor do laboratório de interface cérebro-máquina da Universidade de Houston e, no ano seguinte, começou a testar o robô operado pelo cérebro desenvolvido por sua equipe de cientistas. O sistema é uma combinação entre sensores de EEG que, traduzidos por um sistema de computador, são capazes de operar diferentes exoesqueletos, como o Rex, da Nova Zelândia, o Nasa X1, da agência espacial americana, ou o H2, desenvolvido por uma equipe de cientistas europeus.  
"É como uma máquina que você controla. Os movimentos são mecânicos e, como não sinto as pernas, não há a sensação de que os movimentos são meus. Ainda assim, só o fato de não estar sentado em uma cadeira e poder olhar as pessoas de pé, na mesma altura que elas, já torna a experiência incrível", diz Alford. "Só não sairia nas ruas com ele porque é muito lento e ainda não consegue substituir uma cadeira de rodas."
Para usar o dispositivo controlado pelo cérebro, Alford teve os sinais de seu cérebro mapeados pelo laboratório. Os cientistas desvendaram os padrões cerebrais para comandos como "andar" ou "parar", que seriam transmitidos ao computador. É com eles que o cirurgião comanda o robô. "Se estou muito cansado ou distraído, a máquina não funciona tão bem. É preciso se concentrar nos movimentos e não dá para pensar em outras coisas enquanto estou andando", diz o médico.

Mente e máquina — As pesquisas em exoesqueletos operados por interfaces cérebro-máquina estão concentradas atualmente em duas frentes: o aperfeiçoamento dos robôs, para que se tornem mais rápidos e com movimentos semelhantes aos humanos; e a melhora da qualidade da captação e mapeamento dos sinais cerebrais. O objetivo é tornar a tecnologia mais fácil de ser operada por paraplégicos, para que eles possam usar o aparelho sem a ajuda de ninguém.
"Decodificamos dezessete padrões de atividade cerebral com o EEG. Mais que os movimentos simples, como ir para a frente ou para trás, também estamos testando movimentos mais sutis e complexos das pernas, ditados pelo cérebro", diz Contreras-Vidal. "Além disso, estamos trabalhando com pessoas que sofreram lesões totais de medula e vítimas de derrame que perderam os movimentos."
O sistema que está sendo desenvolvido na Universidade de Houston desde 2004 é um dos poucos que poderia auxiliar tetraplégicos — a paralisia mais difícil de ser superada pelos médicos. De acordo com os cientistas, a interface cérebro-máquina, ao ser usada constantemente pelos pacientes, vai refinando os padrões cerebrais e tornando a tarefa de reaprender a andar cada vez mais simples — e, talvez, sem o uso de robôs. "Essa plasticidade do cérebro poderia, potencialmente, disparar o crescimento de novos caminhos ligando o cérebro e a medula, melhorando e restaurando a capacidade de andar", diz Contreras-Vidal.
Robô aprimorado — Na Europa, o projeto MindWalker mobiliza sete instituições de engenharia e neurociência para desenvolver um exoesqueleto comandado pela mente capaz de fazer pessoas com lesões medulares voltarem a andar pelas ruas. O protótipo desenvolvido desde 2010 e financiado pela Comissão Europeia (foram cerca de 8,5 milhões de reais) é semelhante ao de Contreras-Vidal e Nicolelis: sensores de EEG que, por meio de uma interface cérebro-máquina, comandam um exoesqueleto que poderá ser usado por paraplégicos.
A principal diferença que o robô que está sendo feito no Brasil deve trazer, além dos materiais com que será construído e do sistema usado para traduzir os sinais cerebrais, seria o conjunto de sensores que passam a sensação de toque no chão ao cérebro do paraplégico, como se ele fosse uma pisada real. "Certamente é um tipo diferente de exoesqueleto, mas, como nada foi publicado ainda, é impossível saber suas características", diz Contreras-Vidal. "Acredito que essa tecnologia, no geral, pode ajudar pessoas com lesão medular não só fazendo com que voltem a andar, mas também trazendo benefícios para a saúde vascular, o sistema urinário e a pele."
Para operar qualquer um desses três exoequeletos é necessário que a mente aprenda, antes, a melhor forma de controlá-lo. "Oito pessoas participaram dos testes do MindWalker, que incluem um exercício de cerca de meia hora para treinar o cérebro a enviar os sinais certos ao robô", explica o neurocientista Guy Chéron, da Universidade Livre de Bruxelas, na Bélgica, responsável por uma das equipes do projeto. "Ele funciona bem, mas agora estamos trabalhando para que ele seja mais veloz e para que os pacientes possam operá-lo sem a ajuda de médicos ou enfermeiros."
A principal dificuldade dos cientistas é usar os sinais cerebrais certos para comandar a máquina. Sensores de EEG são úteis porque captam uma área grande do cérebro. Recebem, porém, interferências de estímulos elétricos como os feitos pelos músculos da cabeça ou de outros pensamentos que não são apenas os de movimentos.   
"Ainda precisamos melhorar a captação desses sinais. Ou usar outros tipos de estímulo que não passem pelo cérebro, como os fornecidos pelos músculos do braço. Trabalhamos também com um protótipo que usa o balanço dos braços, que acompanha a caminhada, para estimular a marcha do robô. Isso funciona muito bem para paraplégicos e deve estar pronto em, no máximo, dois anos", diz Chéron.
Implantes neuronais — Outra opção para o comando de próteses e exoesqueletos, considerada pelos cientistas, é o uso de implantes cerebrais. Colocados sob o crânio, eles teriam a vantagem de receber os sinais de um grupo grande de neurônios de maneira mais direta e com menos interferências. Em maio de 2012, um artigo publicado na revista Naturedescreveu a experiência de Cathy, uma mulher tetraplégica há quinze anos que, usando um implante no cérebro, moveu um braço robótico para pegar um copo de café sobre uma mesa, beber o líquido e devolvê-lo.
Feita por um time de cientistas das universidades Brown e Stanford, nos Estados Unidos, a pesquisa mostrou que, pelo poder do pensamento, pessoas paralisadas há muito tempo são capazes de fazer movimentos refinados. "O paciente enviou para o braço robótico sinais de como mexer o braço, abrir e fechar a mão. Mas decidir a quantidade de informações que queremos decodificar do cérebro e o quanto o robô vai captá-la ainda é um campo muito interessante de pesquisas", diz Leigh Hochberg, professor da Universidade Brown e um dos autores do artigo da Nature.
Implantes cerebrais, entretanto, são considerados por alguns médicos uma técnica muito invasiva, já que depende de uma neurocirurgia para ser implantada. Além disso, pode causar infecções e tem uma durabilidade finita — em alguns meses, forma-se uma cicatriz que faz com que ele pare de funcionar. Na Universidade Brown, nove pessoas receberam os implantes e estão fazendo testes que mostrem sua viabilidade para restaurar os movimentos.
"Por enquanto, estamos aperfeiçoando os implantes, tentando torná-los wireless, e buscando maneiras de dispensar o uso do robô e fazer o cérebro enviar mensagens diretas para os músculos", afirma Hochberg.
Caminhada do futuro — Para grande parte dos pesquisadores envolvidos em projetos para restaurar a mobilidade de paraplégicos ou tetraplégicos, o futuro estará, provavelmente, em uma combinação de todas essas técnicas que estão sendo desenvolvidas pelo globo.
"A solução mais provável para que pessoas com paralisia voltem a andar deve ser um exoesqueleto que usa diferentes tipos de sensores capazes de captar todas as informações do corpo necessárias para andar. Alguns sensores de EEG ou implantes neuronais, mas também vários outros além dos cerebrais", afirma o neurocientista Daniel Ferris, professor da Universidade de Michigan. "Até agora, todos os exoesqueletos ainda são protótipos. Mas, no futuro, eles devem sair dos laboratórios."

Corpo de enfermeira é enviado pelo correio no Japão

Nipo-brasileira foi detida depois de deixar o país usando documentos da vítima

Rika Okada, de 29 anos
Rika Okada, de 29 anos (Reprodução)
Autoridades japonesas investigam como o corpo de uma jovem foi enviado como uma encomenda postal de Osaka para Hachioji, a oeste de Tóquio, percorrendo um total de 400 quilômetros. O corpo foi encontrado no dia 21 em uma caixa de 2 metros de altura com a identificação ‘boneca’, em um depósito.
A vítima foi identificada como Rika Okada, enfermeira de 29 anos, e tanto o aluguel do depósito como o transporte da caixa de navio foram pagos com o cartão de crédito da jovem. Os investigadores informaram que Rika foi morta a punhaladas. Não há sinais de que ela teria tentado resistir ao ataque.
Uma nipo-brasileira foi detida na manhã desta terça-feira em Xangai depois de fugir do Japão no início de maio usando o passaporte da vítima. Segundo a imprensa local, a mulher entregou-se ao consulado japonês e foi presa por suspeita de crime de imigração. O Itamaraty informou que nenhum contato foi feito com autoridades brasileiras.
A enfermeira foi vista pela última vez no dia 21 de março, em seu local de trabalho. Antes de desaparecer, ela publicou uma mensagem em sua página no Facebook afirmando que iria encontrar uma velha amiga que não via há muitos anos. A imprensa do Japão afirma que as duas foram colegas de escola.
FONTE: Veja

Irecê (BA) se transformou em referência de comércio

Irecê (BA) se transformou em referência de comércio para uma região em que vivem 500.000 pessoas. Setor de serviços também se destaca.



Uma breve caminhada pelo centro de Irecê (BA) nesta quarta-feira foi suficiente para que a equipe da Expedição VEJA constatasse: estamos em uma cidade com vocação para o comércio. Grandes lojas, especialmente do setor têxtil, transformam as principais ruas do município em um formigueiro. Mas nem sempre foi assim.
Irecê passou por uma grave crise econômica nos anos 1990, com grandes perdas para os produtores de feijão – até então, a principal atividade econômica do município. Sem perspectivas muitas pessoas daqui migraram para o Sudeste e para outras regiões da Bahia.
Para os que ficaram na cidade, o comércio se mostrou uma das alternativas mais rentáveis. De lá para cá, Irecê se consolidou com o maior centro comercial do noroeste baiano. Hoje, lojistas e consumidores de toda a região vêm à cidade para adquirir produtos no atacado. 

A oferta de confecções é especialmente grande porque lojistas daqui trazem grande quantidade de malhas de São Paulo a custos baixos. Uma população de 500.000 pessoas vive em Irecê e nas cidades vizinhas. São os potenciais consumidores dos produtos vendidos aqui.
O setor de serviços também se destaca em Irecê. Depois do poder público, o principal empregador da cidade são as empresas do ramo da saúde, seguidas pelo comércio de roupas.
A diversificação das culturas tem, aos poucos, permitido que a agricultura local volte a ganhar espaço. Mas, hoje, os setores de comércio e de serviços de Irecê já não dependem apenas do dinheiro gerado pela produção rural.
Infográfico: VEJA

Já existe conexão sem fio na lua – e pode ser mais rápida do que a nossa

A velocidade que a conexão de internet tem no mundo, especialmente no Brasil, é cheia de instabilidades. Até mesmo o primeiro Mundo apresenta isso, é fato. A solução encontrada por alguns seletos pesquisadores da NASA foi instalar WiFi num lugar um tanto remoto: a lua. E na ausência de população por lá, a conexão deve ser esplêndida.  
A conexão sem fio na lua não é um discurso recente e tem sido debatida há algum tempo, mas os pesquisadores da NASA e da MIT tornaram a prática uma realidade. Quatro telescópios de seis polegadas de diâmetro cada, localizados no Novo México, enviam pulsos de luz infravermelha a um satélite circundante que gira em órbita da lua. Por meio disso, os cientistas estabeleceram uma sólida conexão de 19 Mbps. Essa velocidade, acreditem vocês ou não, é mais rápida do que a média dos Estados Unidos (e muito mais sólida, já que a lua não é populada).
É claro que hoje há conexões mais rápidas a valores razoavelmente acessíveis – inclusive no Brasil –, mas a instabilidade e a queda de sinal são constantes que perturbam os assinantes. A estabilidade de sinal na lua é, até agora, a mais sólida existente.

Cientistas conseguiram transmitir sinal de internet Wi-Fi entre a Terra e a Lua. E a conexão provavelmente é melhor do que a que você tem em casa.A Nasa e o MIT se uniram para a missão de estabelecer uma conexão em 384,4 km de distância e, segundo a Wired, apresentarão os resultados em uma conferência no mês que vem.Eles usaram quatro telescópios de 6 polegadas no Novo México para enviar sinais a um receptor montado num satélite que está na órbita da Lua. É preciso mais de uma fonte porque não há garantia que um único sinal chegue ao receptor; quatro deles aumentam as chances.Os pesquisadores conseguiram enviar dados a uma taxa de 19,44 Mbps, e quem estiver na Lua pode fazer download a incríveis 622 Mbps.


Agora é só chegar lá e pedir a senha da rede. 
FONTES

Recadastramento Biométrico

Entenda porque o recadastramento biométrico. 

Assista o video



Linguagem corporal na sedução

A linguagem corporal desempenha papel fundamental no processo de sedução. Com um simples olhar sabemos se uma mulher está receptiva à abordagem, sem que ela tenha que dizer uma única palavra.
O macho alfa sempre conquista a mulher que deseja, não somente porque é atraente, mas porque é alguém que “chega junto”, sem temer a rejeição. Ele sabe como interpretar os sinais enviados pela mulher com perfeição.
Prestando atenção à linguagem corporal de uma mulher é possível perceber quando ela está insatisfeita com seu parceiro, buscando satisfazer suas necessidades sexuais ou apenas a fim de uma conversa interessante. Neste artigo, aprenderemos como usar a linguagem corporal para conquistar uma garota.

Leia o corpo da mulher, não a mente

Muitos homens pecam ao menosprezar a importância da linguagem corporal feminina. Ao invés de prestar atenção no que o corpo da mulher diz, eles perdem tempo tentando entender o que se passa em sua mente. Eles passam horas segurando uma bebida enquanto tentam imaginar se ela está mesmo interessada.
Poucos deles sabem que a resposta está na forma como elas se portam.
Desista de tentar entender a mente feminina, porque essa é uma coisa que ninguém vai conseguir. Pare de tentar ler seus pensamentos e preste atenção na posição do seu corpo. Quando eu digo corpo, não estou me referindo aos seios, mas aos gestos, comportamentos e expressões faciais.
Infelizmente, os homens ainda preferem ignorar completamente a linguagem corporal da mulher, ou são completamente incapazes de entender seus sinais. Mas lembre-se disso: tudo o que diz respeito à socialização está baseado em dois fatos.
Primeiro, 93% da comunicação é não-verbal. Segundo, a linguagem corporal tem cinco vezes mais impacto do que a linguagem verbal. Então, se você não está prestando atenção à linguagem corporal de uma mulher, está deixando de prestar atenção na parte mais importante do jogo. E muitos caras ainda se perguntam porque sempre voltam sozinhos para casa no fim da noite…

A natureza nos ensina

Charles Darwin já deu a dica quando disse que “nas mais diferentes classes do reino animal, como mamíferos, pássaros, répteis, peixes, insetos, e até mesmo crustáceos, a diferença entre os sexos segue exatamente a mesma regra: os machos cortejam as fêmeas”. (The Descent of Man, 1871)
O que isso significa?
Colocando de forma simples, o macho agressivo tenta convencer a fêmea submissa a copular. A fêmea, por sua vez, usará sinais para mostrar se está ou não receptiva ao convite.
O macho, então, observa e interpreta os sinais da fêmea, assim como também modifica seu próprio comportamento para conseguir conquistá-la.
“A linguagem corporal desempenha papel fundamental na sedução. Com um simples olhar, sabemos se uma mulher está receptiva à abordagem ou não..”
Você acredita nisso? Pois é. Há duas lições importantes aqui: primeiro, seduzir envolve muito mais do que oferecer uma bebida. Envolve um processo complexo de comunicação não-verbal.
Segundo, a rejeição faz parte do jogo da conquista. Não se sinta mal se ela rejeitá-lo. Às vezes, ela só está se fazendo de difícil. Se ela estiver lhe enviando os sinais certos, você não deve desistir. Confie no seu instinto, não no seu ego.
Se um homem não consegue decifrar a linguagem corporal feminina, ou não consegue lidar com o medo da rejeição, ele está fadado a perder no jogo do amor e do sexo.

Estágios básicos da comunicação não-verbal

Aprender a ler a linguagem corporal feminina é muito simples, mas isso não significa que você não precise se preparar de forma adequada. Respire fundo, estufe o peito e mãos à obra.
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Entender os sinais enviados pelo corpo da mulher envolve três estágios. O primeiro diz respeito ao interesse dela por você e te ajuda a decidir se você deve se aproximar ou não.
O segundo estágio lhe permite ver se ela está receptiva à corte ou se está começando a se sentir desconfortável com a sua presença. Esse é o estágio mais importante. Você deve observar o nível de conforto e interesse dela e modificar seu próprio comportamento baseado nessa percepção.
O terceiro estágio te dá uma boa ideia se você está perto de concluir com êxito ou se está apenas perdendo tempo. Você deve pedir o telefone dela, marcar um cinema ou convidá-la para ir ao seu apartamento. Observe-a profundamente, preste atenção em sua postura e você encontrará a resposta.

Estágio 1: Aproximação

Você está numa festa cheia de mulheres gatas e não gostaria de voltar para casa sozinho, certo? Ótimo, o primeiro passo é observar como as mulheres se comportam. Dê uma olhada nas dicas listadas abaixo para ter uma ideia do que a linguagem corporal da mulher está lhe dizendo.
Se você captar sinais de interesse, não hesite. Confie em seus sentimentos e vá até ela. Quando a mulher não está interessada, ela simplesmente olha para baixo e não te encara. Mas se ela fica te encarando, então ela está interessada em você. Mas não se empolgue demais a ponto de molhar suas calças. Isso pode significar apenas que ela te acha atraente, não que ela te quer como marido. O jogo está apenas começando.
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Estágio 2: Conversação

Você fez contato visual e sua aproximação ocorreu sem maiores problemas, mas você ainda não sabe nada sobre a mulher com quem está conversando. Por isso é tão importante analisar como ela age quando você está por perto e como ela reage a cada palavra que sai de sua boca.
Observe os seguintes sinais para determinar a velocidade com que você deverá avançar no jogo e para garantir que ela continue interessada.
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Estágio 3: Finalização

Você não quer ser o tipo de homem que, tendo a chance de se aproximar de uma mulher, esquece de fechar o negócio. Às vezes, uma mulher quer lhe dar o número do telefone, está implorando para você dormir com ela ou simplesmente quer vê-lo de novo. Preste atenção aos sinais do tipo: “Me leve para sua casa”. Caia fora e não perca seu tempo se você perceber sinais do tipo: “Estou apenas sendo gentil”.
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Linguagem corporal nos relacionamentos

Prestar atenção aos sinais e observar a linguagem corporal feminina é o segredo para ter sucesso na aproximação, mas não só isso. Além disso, a leitura da linguagem corporal também é fundamental para que você mantenha relacionamentos duradouros. Ao ser capaz de entender o que uma mulher deseja de um homem, sem que ela tenha que falar um “a”, o homem deixa claro que se preocupa e se importa com a mulher.
 
Você pode se tornar irresistivelmente atraente para as mulheres, desenvolvendo suas características e atitudes alfas. Mas o que fazer para ter esse tipo de sucesso e seduzir lindas mulheres? A resposta é simples: você precisa ativar os gatilhos da atração.
Para isso, existe o Código da Atração. É um ebook com todas as técnicas e ferramentas para ajudar você a se tornar mais confiante e bem sucedido em seus relacionamentos. Você aprenderá como conquistar e seduzir mulheres de uma forma que você nunca viu.